O bom filho…

Man, menos de um ano desde o derradeiro contato – como se fosse pouco tempo – e me sinto tão diferente dessa pessoa que escreveu o último post!

Ah, btw, olá, olá, voltei. Quer dizer, voltaaaaar eu não voltei não, mas deu vontade de dar uma passadinha, e agora pipocam (hum… pipoca!) em minha mente pensamentos travessos, vontade de criar um novo blog… Mas e preguiça, né? Porque se eu criar um novo blog, tipos, eu vou ter que e-s-c-r-e-v-e-r nele! Mó trabalho e tal… mas tô pensando! Se eu decidir, aviso por aqui, poeiras companheiras!

Mas então, so very diferent. Quer dizer, o trabalho continua essa batalha constante, aceitar, entender, conviver, superar… Já nem me lembro com certeza sobre quais ‘pauladas’ eu me referia… anyways, sem hematomas dignos de nota no momento.

Algumas coisas consideravelmente boas aconteceram ou estão para acontecer nesse campo. Passei no concurso público da minha instituição – yey! – e se a Dilminha deixar, olé, olê, olá… federal eu vou vira-ar! Fiquei uns dois meses fora de circulação, estudei feito uma canina, perdi minhas férias inteiras, chorei, me descabelei, sofri horrores achando que não tinha dado pé… mas deu. Oh, yeah, babe, hapiness.

Mas agora surge um papo esquisito aí, de corte de orçamento, de ‘se ferrou, aprovado em concurso, não queremos mais vocês, lero-lero’… Mas eu quero acreditar que tudo isso é só pra dar mais emoção à coisa…

Mas a mudança mais significativa foi a da Érica em casa. Altas reviravoltas familiares, verdades duras desabafadas, conversas, conciliação, paz. E um peso imenso que saiu das costas. É engraçado como a gente cria essas nuvens em cima de nossas cabeças, e é teoricamente tão fácil se desfazer delas… Dá uma assopradinha, cai a tempestade e então: here comes the sun. Porque é assim que acontece a chuva, vocês sabem! Deus assopra e começa a chover. Aquele papo de que São Pedro está fazendo faxina na casa é papo pra criancinha, seus bobocas! Ficafica! ;)

Aí que as barreiras diminuíram consideravelmente, apesar de não terem desaparecido totalmente. E nem devem, acho eu. Fico sempre tentando entender por que vive essa pequena ermitã dentro da já diminuta criatura que sou, ainda desconfio de ‘leves’ níveis depressivos, mas tenho aprendido a me aceitar assim. Quer dizer, já tive uma fase de maior aceitação, agora estou achando que está rolando uma leve regressão em um momento nada propício, então volto a me questionar, a pensar em me mexer, tomar uma atitude, fugir da inércia…

Continuo na terapia. Mais uma vez estou tentando retornar para a yoga. Não agüentei muito tempo com o professor fanfarrão e estou à procura. Como promessa pela aprovação no concurso, estou entrando no mês dois do total de seis de ausência de doce.

Minha irmã se casa em duas semanas, e eu vou ganhar alguns armários extra. É só o que consigo pensar, ainda não sei bem como me sentir em relação a essa mudança. Talvez porque ela já seja bastante ausente, principalmente devido a sua profissão. Ou talvez porque ela esteja fazendo um movimento que me parece cada vez mais próximo e natural. Ando pensando seriamente em crescer, ter minha própria vida, com minha própria casa, meu próprio marido (ui! que estranho escrever isso) e minhas próprias coisas! Não casei ainda não, mas o assunto está em pauta!

detalhe de bolo sendo cortado, com taças de champagne ao lado

Hum… diferente, mas nem tanto quanto eu achava. Yep.


And when you want to Live
How do you start?
Where do you go?
Who do you need to know?

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4 Responses to “O bom filho…”

  1. Guaraná Says:

    depois de passar por três blogs, te achei.

  2. Érica Says:

    Caraaaamba, guará! Há quanto tempo!! Já tinha te procurado na web, mas você desativou seu blog, né? Eu deixei uma trilha mesmo nos meus blogs antigos!! E que engraçado você chegar justamente no dia que reativei o blog semi moribundo!! Como você tá?? Beijão!

  3. João Says:

    E ela reapareceu
    (mudar é sempre complicado e irmãos casando são um terror com o qual eu estou tentando aprender a conviver)

  4. Edson Alves Jr. Says:

    Eu também tô nessa agonia de aprovado que não sabe se vai ser chamado. Mas algumas pessoas que entendem do orçamento da União dizem que, se (atenção para o condicional!) a arrecadação der bons sinais nos próximos meses, podem ser abertos créditos suplementares no segundo semestre. Haverá mais dificuldades no seu caso, acho, pq vc está vinculado ao poder executivo, que costuma se sacrificar mais. Mas não deixa de ser um alento. E, anyways, se não der nesse ano, de 2012 dificilmente escapa.

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